Françoise Vergès
Françoise Vergès

Françoise Vergès

Françoise Vergès

Politóloga francesa antirracista y feminista.

Es consultora del Center for Cultural Studies, Goldsmiths College, University of London; directora del programa científico y cultural del proyecto de Maison des civilisations et de l’unité réunionnaise, y presidenta del Comité pour la Mémoire et l’Histoire de l’Esclavage.  Entre sus publicaciones recientes se hallan Fractures postcoloniales (París, La Découverte, 2010); La Mémoire enchaînée. Questions sur l’esclavage (París, Albin Michel, 2006), y Nègre, je suis, Nègre je resterai. Entretiens avec Aimé Césaire (París, Albin Michel, 2005). Un feminismo decolonial (2020).

French anti-racist and feminist political scientist. Consultant to the Center for Cultural Studies, Goldsmiths College, University of London; Director of the scientific and cultural program of the Maison des civilizations et de l’unité réunionnaise project, and President of the Comité pour la Mémoire et l’Histoire de l’Esclavage. Among her recent publications are Fractures postcoloniales (París, La Découverte , 2010); The Enchained Memoire. Questions sur l’esclavage (Paris, Albin Michel, 2006), and Nègre, je suis, Nègre je resterai. Entretiens avec Aimé Césaire (Paris, Albin Michel, 2005). Un decolonial  feminism (2020).

Ela viveu em Chiapas entre 1989 e 1990, estudando a escolaridade das mulheres indígenas. Viveu também em El Salvador após a guerra (1992-1994), pesquisando a participação das mulheres no projeto revolucionário de doutorado em Sociologia obtido em 1997 na Sorbonne. Residindo novamente em Paris, mostrou-se solidária com o movimento zapatista que surgiu em Chiapas em 1994, e em 2003 obteve um cargo na Universidade, primeiro como Socióloga, e desde 2021 como Professora de Filosofia na Universidade de Paris 8 St Denis. Seus principais temas de pesquisa são movimentos sociais de resistência à globalização (movimentos camponeses, indígenas, de mulheres e feministas, FMLN em El Salvador, movimento zapatista no México, MST no Brasil); reorganização neoliberal da violência; epistemologia feminista (entrelaçamento das relações sociais do sexo, “raça” e classe, teorias materialistas feministas e lésbicas, feminismo descolonialista). Ela publicou extensivamente em francês, espanhol e português, com três livros próprios: Imbrificação. Além da Interseccionalidade. Mujeres, raza y clase en los movimientos sociales. Buenos Aires: Madreselva, 2022 (publicado em 2020 em francês); Pax Neoliberalia. Perspectivas feministas sobre (a reorganização da) violência. Buenos Aires: Madreselva, 2017 (2016 em francês); Por las buenas o por las malas. As mulheres na globalização. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia, 2011 (2008 em francês). http://julesfalquet.com/